The Bad Batch: animação de Star Wars começa com acerto

Carlos Bazela
The Bad Batch: animação de Star Wars começa com acerto

A Disney sabe como agradar os fãs de Star Wars. Primeiro, junto com o anúncio do serviço de streaming Disney+, veio a confirmação de que a aclamada animação Clone Wars receberia novos episódios para uma temporada final.

No ano passado, no evento para investidores chamado D23, a gigante do entretenimento confirmou Star Wars: The Bad Batch, uma série derivada de Clone Wars, criada por Jennifer Corbett e Dave Filoni – este último uma das mentes envolvidas em outras histórias desse universo, como Rebels e The Mandalorian (leia nossa crítica).

O desenho no início deste mês no Disney+, com um episódio especial de mais de 1h de duração, e se revelou uma continuação direta da série anterior e, enquanto a última fazia a ligação entre O Ataque dos Clone e A Vingança dos Sith, essa começa no meio do terceiro episódio da saga. Especificamente quando o Senador Palpatine anuncia seu golpe, assume o poder e dá partida no Império Galáctico, tendo como primeira diretriz a Ordem 66, que manda o exército de clones exterminar os Cavaleiros Jedi.

O “lote ruim”

The Bad Batch (ou “O Lote Ruim”, em tradução livre), é composto por 5 clones (dublados, Dee Bradley Baker, de American Dad, com nuances diferentes de voz): Hunter, Echo, Wrecker, Tech e Crosshair. Em comum, os soldados têm o fato de serem portadores de algum defeito ou anomalia, que acabou explorada pelos engenheiros do planeta Kamino para conferir habilidades especiais.

Hunter, líder do grupo, denominado Força Clone 99, tem sentidos aguçados para rastrear; Wrecker se destaca pelo tamanho e força física; Tech, pela inteligência; e Crosshair pela pontaria excepcional. Já Echo é foi transformado em um ciborgue após sobreviver a uma explosão. Além de segregados, eles apresentam outra semelhança: a recusa em obedecer a Ordem 66 ou assassinar civis a mando do Almirante Tarkin (Stephen Stanton, que vem direto de Clone Wars), o braço direito do exército de Palpatine.

Logo, o time percebe que terá de fugir para continuar vivo e acaba levando consigo Omega (Michelle Ang, de Vegas), menina que é um clone humano e atua como assistente de Nala Se (Gwendoline Yeo, que reprisa o papel de Clone Wars). Ela também corre perigo no planeta que é uma fábrica de clones.

Tudo para dar certo

Já em seu 5º episódio, The Bad Batch tem uma 1ª temporada encomendada de 16 capítulos, que chegam às sextas ao Disney+. Com histórias fechadas, que acompanham a dinâmica dos soldados clones com Omega enquanto procuram escapar do Império, a série deve agradar aos fãs e não será estranho se tivermos a participação de um recém-transformado Darth Vader em algum momento.

Independente disso acontecer ou não, as aventuras dos clones “defeituosos” são um entretenimento que vale a pena acompanhar.

Next Post

Vingadores: Guerra Infinita estreia na Globo

Título responsável por abalar completamente o Universo Marvel, Vingadores: Guerra Infinita será exibido pela primeira vez na TV aberta pela Rede Globo, nesta segunda-feira (31), na sessão Tela Quente – prevista para ir ao ar a partir das 22h35 (logo após a novela Império). Dirigido pelos Irmãos Russo, o longa […]
Tela Quente: Vingadores: Guerra Infinita estreia na Globo