Umbrella Academy fica emotiva na 3ª temporada

Umbrella Academy fica emotiva na 3ª temporada

No dia 22 de junho, a série que adapta os quadrinhos de Gerard Way e Gabriel Bá teve sua terceira temporada disponibilizada pela Netflix. Sem saber se terá sequência, The Umbrella Academy apostou em um tom emocional carregado, novamente colocando seus protagonistas diante de um iminente fim do mundo. A diferença aqui é que agora a produção criada para o streaming por Steve Blackman (Fargo) se estabelece numa linha do tempo alternativa.

É dessa forma que Luther (Tom Hopper), Allison (Emmy Raver-Lampman), Diego (David Castañeda), Klaus (Robert Sheehan), Cinco (Aidan Gallagher) e Viktor (Elliot Page) se deparam com a Sparrow Academy, nova liga de super-heróis formada por seu pai, Reginald Hargreeves (Colm Feore), depois do encontro que tiveram em Dallas, em meados da década de 1960 – visto na temporada anterior. E não demora para as duas equipes começarem a medir forças.

Entre os personagens novos, estão: Marcus (Justin Cornwell, de Vidas Entrelaçadas), o forte líder; Fei (Britne Oldford, de Flash), que vê através de corvos; Alphonso (Jake Epstein, de Suits), capaz de reverter o impacto de golpes; Jayme (Cazzie David, de Eighty-Sixed), cujo poder é expelir veneno; Sloane (Genesis Rodriguez, de The Fugitive), controladora da gravidade; Christopher, o cubo misterioso; e Ben (Justin H. Min), igual o irmão morto da Umbrella Academy.

Efeito Kugelblitz

Acontece que a alteração na linha cronológica causou o chamado Kugelblitz, uma energia destinada a apagar todos os elementos da existência até destruir o mundo. Para encarar este fenômeno, as academias Umbrella e Sparrow devem se unir, mesmo entre constantes atritos. Afinal, se os times já eram disfuncionais trabalhando separadamente, imagine os resultados quando precisam se aliar? Prepare-se para uma sequência de rusgas e sabotagens.

Para completar, as versões de Sir Reginald, Grace (Jordan Claire Robbins) e Pogo (Adam Godley) não parecem muito confiáveis ou dispostas a ajudar, e costumavam ser a coluna de sustentação da Umbrella Academy em sua linha do tempo original. Hargreeves tem sido dopado pela Sparrow, enquanto Grace deixa a função materna para se tornar “adoradora do fim do mundo” e Pogo leva uma vida distante do heroísmo.

Tempo de mudança

A contemplação do fim dos dias tem efeito no grupo de protagonistas. Cinco se mostra tranquilo em relação ao apocalipse, ao mesmo tempo em que Diego descobre um lado que até então desconhecia: o de paizão. Junto de Lila Pitts (Ritu Arya), o vigilante vive suas primeiras aventuras na paternidade – e gosta disso. Já Luther aquece o coração do público ao descobrir o amor com a doce Sloane, numa dinâmica de romance proibido à “Romeu e Julieta”.

Dessa forma, o núcleo que menos agrada e parece avançar é de Viktor (apesar da bonita transição para fazer jus a Elliot Page) na tentativa de recuperar seus poderes e no conflito criado com Allison, que está disposta a tudo para recuperar a família que construiu em Dallas. Longe dos radares, The Umbrella Academy rende boas risadas graças ao seu tom descontraído, ótimo repertório musical e por saber desenvolver personagens queridos.

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