O quinto filme da franquia Toy Story, da Disney e Pixar, traz uma análise muito atual sobre o que é ser criança na era da tecnologia. A trama nos apresenta uma abordagem ampla dos efeitos da chegada de equipamentos eletrônicos na vida de Bonnie e outras crianças.
Ao contrário do que vemos nos primeiros filmes da franquia, um amadurecimento natural de Andy, que, como toda criança, um dia larga os brinquedos. A chegada do Lilypad, um tablet funcional e com acesso à internet, acelera algumas etapas desse processo.
Abordando tanto os pontos positivos quanto os negativos, vemos que ambos os brinquedos e também a tecnologia prezam por trazer desenvolvimento à vida das crianças. A disputa agora passa a ser pela atenção, e de forma mais profunda, sobre em quais aspectos da infância cada um desenvolve o seu papel.
Apesar disso, o filme não nos deixa ver a tecnologia exatamente como um vilão. O roteirista Andrew Stanton disse: “Ela é apenas a próxima fase da vida de Bonnie. Ela é como um brinquedo no sentido de que quer ajudar a criança a seguir em frente, mas tem habilidades muito diferentes e nenhuma experiência, enquanto Jessie tem apenas experiência e provavelmente não está preparada para saber o que fazer.”
Em Toy Story 5, Jessie assume o protagonismo, uma vez que ela já teve a experiência de ser abandonada pela sua antiga criança, Emily. Assim, a aventura nos faz entender a importância dos brinquedos na infância, mas também abre nossos olhos para essa nova realidade que veio para ficar.
Toy Story 5 chega aos cinemas em 18 de junho.

