Review – Dragon Ball Z: O Combate Final (1994)

Supostamente, o último encontro entre os Guerreiros Z e Broly, o Lendário Super Saiyajin – isso até o lançamento de Dragon Ball Super: Broly (confira nossa crítica) – Dragon Ball Z: O Combate Final estreou em 1994, como sequência de Dragon Ball Z: O Poder Invencível e Dragon Ball Z: O Retorno do Guerreiro Lendário. Com base na aclamada obra de Akira Toriyama, o filme conta com a direção de Yoshihiro Ueda (Dragon Ball Z: A Batalha Nos Dois Mundos) e roteiro de Takao Koyama (Os Cavaleiros do Zodíaco).

Narrativa situada em algum momento da saga de Majin Boo, a história desse especial traz Goten e Trunks novamente como protagonistas, porém, desta vez, acompanhados pela Androide nº 18 – e com a participação especial de Kuririn. Essa aventura começa quando Mr. Satan recebe o desafio do Lord Jaguar, um antigo de adversário, que trama vingança com seus bio-guerreiros – lutadores desenvolvidos a partir de engenharia genética. Mas, diante do perigo, Satan pede que Nº 18 e os garotos lhe salvem do vexame.

Goten e Trunks encaram Broly pela segunda vez.

Chegando na arena em uma ilha afastada, 18, Goten e Trunks descobrem que Jaguar possui um grande e terrível trunfo: um clone de Broly (graças ao DNA recuperado em sua última batalha na Terra). Descontrolado e deformado por uma substância ácida que vaza do castelo de Jaguar, Bio-Broly se mostra uma ameaça maior do que em seu estado natural, uma vez que não pode ser contido apenas por socos e chutes. Sendo assim, cabe a Trunks utilizar seus conhecimentos científicos para liquidar o monstro.

Também conhecido como “O Combate Final: Bio-Broly”, o título, em 47min de duração, tem pouco a agregar à mitologia de Dragon Ball Z.

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Henrique Almeida

Henrique Almeida

Jornalista formado pela FIAM e fundador do Boletim Nerd. Foi colaborador da Coluna Mundo Geek, da GloboNews, e foi palestrante na Campus Party Brasil. Realizou a cobertura da Comic Con Experience, Brasil Game Show e Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

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