Review: Dragon Ball Super – Saga da Batalha dos Deuses

Reeditando a história do filme Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses (2013), a primeira saga de Dragon Ball Super começou a ir ao ar na TV japonesa em julho de 2015, com o intuito de adicionar oficialmente os personagens Bills (“Beerus”, nome original) e Whis ao universo desenvolvido por Akira Toriyama. Sem surpresas, o arco do novo anime transcorre do 1º ao 14º episódio, acompanhando o encontro dos Guerreiros Z com o Deus da Destruição e mostrando como Goku chegou a sua nova transformação, o chamado Deus Super Saiyajin.

Repare como são sutis as mudanças de Goku na forma de Super Saiyajin Deus. (Foto: Toei Animation)

Situada alguns meses após a Saga de Majin Boo, de Dragon Ball Z, a primeira aventura de Dragon Ball Super começa com Bills acordando de seu sono de 39 anos com a visão premonitória de que encontrará um adversário à altura no Deus Super Saiyajin. Acompanhado de mestre, o anjo Whis, o Deus da Destruição vai em busca dos últimos guerreiros saiyajins vivos, que são: Goku, que treina no planeta do Senhor Kaioh do Norte, e Vegeta, Gohan, Trunks e Goten, envolvidos na festa do aniversário de 38 anos da Bulma, que acontece na Terra.

“Como ousa bater na minha Bulma?!”. (Foto: Toei Animation)

Em rota de colisão com o time de lutadores que eliminou o alienígena Freeza, o androide Cell e ao demônio Majin Boo nas últimas décadas, Bills desafia primeiramente Son Goku, em um confronto que apenas prova que nem mesmo o Super Saiyajin 3 está no nível de uma divindade. Na Terra, cabe a Vegeta, Gohan, Piccolo, Kuririn, Nº 18, Tenshinhan, Yamcha, Mestre Kame, Goten, Trunks, Oolong e Pual evitar que o Deus da Destruição detone o planeta inteiro, poupando assim as vidas de Bulma, Chi-Chi, Rei Cutelo, assim como tantos outros inocentes.

Com a aparência de um gato Sphynx, Bills foi criado com um único propósito: destruir. (Foto: Toei Animation)

Quando os Guerreiros Z se mostram obsoletos frente a Bills, resta a Goku transformar-se no Deus Super Saiyajin – forma alcançada quando um grupo de cinco saiyajins de coração puro ilumina um outro com seu poder –, mais jovem, magro e com cabelos em tons de vermelho. Uma celebração a Goku, que vem lutando desde os anos 1980 nos mangás e na televisão, a Batalha dos Deuses sobe o patamar dos combates da franquia e introduz a mitologia dos 12 universos – aquele habitado por Goku e companhia é o Universo 7, espelhado no sexto.

No decorrer da saga, a Batalha dos Deuses se torna um treino de Bills e Goku. (Foto: Toei Animation)

Neste início, além de trazer um “vilão” temido pelo Supremo Kaioshin e pelo Velho Kaioshin, Dragon Ball Super inclui novos temperos, como a veia cômica despertada em Vegeta, o penteado de Kuririn e um Gohan totalmente engajado na vida acadêmica. Para ressaltar a passagem de tempo desde o fim de Dragon Ball Z, Kuririn e Nº 18 têm uma filhinha, a Marron, Gohan e Videl esperam o nascimento de Pan e Majin Boo instalou-se na Terra, como protetor de Mr. Satan. Soma-se a isso o Super Saiyjin Deus e o conceito de multiverso e temos Dragon Ball Super!

Nossos desejos foram atendidos e, aos poucos, Dragon Ball tem o retorno que merece! (Foto: Toei Animation)

Uma sequência de fillers é exibida até o capítulo 18, que precede O Renascimento de Freeza, e apresenta Champa, o Deus da Destruição do Universo 6, e Vados, sua treinadora.

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Henrique Almeida

Henrique Almeida

Jornalista formado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado) em 2013 e fundador do Boletim Nerd. Realizou a cobertura da CCXP, Brasil Game Show e Campus Party e do lançamento de Logan, Mulher-Maravilha e Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

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